Esfregou sua “felicidade” na cara do outro, sedenta por lhe dar o troco. Qual não foi a sua frustração quando constatou que apenas o livrara da consciência pesada.
Não gostava de lavar louças. Pratos e panelas acumulavam-se sobre sua pia. Quando,finalmente os lavava,edificava pilhas impossíveis sobre o escorredor de pratos. Aos olhos da sogra,uma relaxada. Aos,do marido apaixonado,uma escultora...
Sua desgraça começou quando sua majestade sentou-se no trono e espetou o traseiro num esquecido alfinete de cabeça. Perdeu a sua, duas horas depois. Guilhotinado em praça pública, o pobre costureiro do rei.